Foi lindo, depois agradecemos a vossa opinião critica!
O grupo :)

No dia 3 de Maio de 2010, parte do nosso grupo de Área de Projecto dirigiu-se ao Queimodrómo do Porto para testemunhar um dos dias mais emocionantes e inesquecíveis na vida de um estudante universitário, a Queima das Fitas.
Na entrada do recinto deparamo-nos com uma fila, pois neste mesmo dia actuava uma das principais atracções da semana Franz Ferdinand.
Foi possível ver inúmeras barracas de diversos cursos e universidades da cidade, eram todas muito diferentes, mas tinham factores comuns como a diversão, a alegria e os estudantes universitários.

Lá dentro tudo permanece igual: as tasquinhas das universidades, os cânticos levemente embriagados, as romarias, os shots com denominações bizarras de mão em mão, as enchentes, o preto dos trajes. Tudo para garantir uma celebração que é partilhada pelos que estão no início e fim da vida académica, ou mesmo para aqueles que nada têm a ver com esta.
O espírito académico formado é de união, pois existe convívio entre todo o tipo de pessoas sem excepção.
Em suma, esta experiência na Queima foi de enorme importância para o nosso projecto, pois permitiu-nos aceder a um dos principais acontecimentos do ano universitário e a maior festa da vida de um estudante.
Depois de vários contactos com a Universidade do Minho visitamos finalmente as suas instalações.
Esta visita agendada para dia 13 de Abril, exigiu bastante esforço da nossa ptornaramarte, visto que abdicamos de uma manhã sem aulas e as viagens de autocarro, para além de cansativas, -se dispendiosas.
O dia começou bastante cedo, uma vez que o autocarro para Guimarães tinha o seu ponto de partida na central de Fafe às 7h50, e sua chegada a Guimarães foi por volta das 8h30.Tudo correu como previsto, chegamos a Braga, depois de trocar de autocarro na cidade Berço, por volta das 9h30. Quando chegamos á central de camionagem, recebemos a informação que teríamos de andar uma distância razoável para apanhar um TUB que nos levavam directamente á UM.
A visita que inicialmente estava agendada para as 10h da manhã, iniciou-se às 10h20. Depois de abandonar o TUB e ao aproximarmo-nos das instalações da Universidade, conhecemos a Adriana Ferreira licenciada em Direito, actualmente a tirar mestrado.
Esta acabaria por ser a nossa monitora designada pelos serviços técnicos da Universidade e que nos iria acompanhar apresentando os vários edifícios do campus.
Ficamos surpreendidos com o tamanho do campus, e para conseguirmos visualizar tudo, tivemos de efectuar uma longa caminhada pelos variados complexos da Universidade.
Para além da entrada principal, existem as entradas secundárias que é por onde os alunos costumam entrar, e igualmente numa dessas entradas secundárias deparamo-nos com o mito de Prometeu, associando-o á universidade, mais concretamente ao ensino, á partilha, e á falta de egoísmo, pois Prometeu roubou o fogo aos Deuses, e partilhou-o com os humanos, e como castigo desse furto, ficou preso a uma rocha ficando sem fígado pois um corvo comia-o, mas este voltava a crescer, logo quem faz o bem não merece castigo.
De entre as várias coisas que observamos e fotografamos, a que mais nos agradou foi a inesperada praxe a que alguns alunos do curso de História e Arqueologia estavam a ser sujeitos. Foi deveras engraçado e obtemos uma ideia daquilo que será o nosso futuro.
O complexo que mais nos agradou foi o da escola de Ciências e Saúde, pois para além integrar os cursos que tem mais a ver com a nossa área, é o mais recente, sofisticado e moderno.
Visitamos também a Biblioteca, e ficamos agradados com o seu tamanho e com a aderência dos alunos a esta instalação, na nossa opinião, esta aderência deve-se ao facto da 1º época de exames estar cada vez mais próxima.
A Universidade do Minho constituí um todo, que é dividido em várias partes ao que chamam Escolas, cada escola subdivide-se nos seus vários departamentos, e são constituídos por uma biblioteca específica, para além da central. Embora a maioria das escolas se concentrem no campus de Gualtar, há outros pólos espalhados nomeadamente no centro da cidade de Braga e Guimarães.
Depois de um almoço muito rápido no McDonalds na companhia da Adriana, demos por terminada a visita e regressamos a Fafe, desta vez por um itinerário diferente, que embora mais demorado era menos dispendioso e sem ter transtornos de trocas de autocarros.
Depois desta manhã cansativa, tivemos de correr para conseguir chegar a tempo á nossa tarde intensiva de aulas.
Local onde decorreu a actividade: sala 10 do Bloco C da Escola Secundária de Fafe
Hora de inicio da tarefa: 15h10
Hora de termo da tarefa: 18h
Reflexão Critica
O inicio da aula foi marcado pelo aviso da professora, de que se fosse preciso sair fora da escola, no horário de aulas, para entrevistar alguém, era necessário avisar o conselho executivo, o mesmo acontecendo se algum grupo quiser fazer uma visita no âmbito da disciplina.
Em seguida a professora perguntou quem tinha feito o diário de bordo da aula anterior, verificando-se que apenas um grupo fez, contudo não o trouxe para a aula. Depois de todos os grupos terem elaborado o diário de bordo, prosseguimos com o nosso trabalho sobre “A Vida Universitária”.
Os principais pontos de trabalho do dia de hoje foram a visualização das entrevistas elaboradas a duas alunas universitárias. O segundo ponto da aula começou com a discussão sobre a data do teste de Matemática, não se chegando a nenhuma conclusão. Prosseguimos a aula com a criação de um e-mail para que o nosso grupo possa aceder a uma conta num fórum sobre estudantes e as vertentes da sua vida estudantil. Esta tarefa foi dificultada pela fraca recepção que tínhamos da internet da escola.
Esta aula foi bastante proveitosa na medida em que continuamos a desenvolver o nosso trabalho, e demos mais um passo para chegar ao nosso objectivo final, a gala de fim de ano.