terça-feira, 27 de abril de 2010

Visita á Universidade do Minho


Depois de vários contactos com a Universidade do Minho visitamos finalmente as suas instalações.



Esta visita agendada para dia 13 de Abril, exigiu bastante esforço da nossa ptornaramarte, visto que abdicamos de uma manhã sem aulas e as viagens de autocarro, para além de cansativas, -se dispendiosas.



O dia começou bastante cedo, uma vez que o autocarro para Guimarães tinha o seu ponto de partida na central de Fafe às 7h50, e sua chegada a Guimarães foi por volta das 8h30.Tudo correu como previsto, chegamos a Braga, depois de trocar de autocarro na cidade Berço, por volta das 9h30. Quando chegamos á central de camionagem, recebemos a informação que teríamos de andar uma distância razoável para apanhar um TUB que nos levavam directamente á UM.



A visita que inicialmente estava agendada para as 10h da manhã, iniciou-se às 10h20. Depois de abandonar o TUB e ao aproximarmo-nos das instalações da Universidade, conhecemos a Adriana Ferreira licenciada em Direito, actualmente a tirar mestrado.



Esta acabaria por ser a nossa monitora designada pelos serviços técnicos da Universidade e que nos iria acompanhar apresentando os vários edifícios do campus.



Ficamos surpreendidos com o tamanho do campus, e para conseguirmos visualizar tudo, tivemos de efectuar uma longa caminhada pelos variados complexos da Universidade.



Para além da entrada principal, existem as entradas secundárias que é por onde os alunos costumam entrar, e igualmente numa dessas entradas secundárias deparamo-nos com o mito de Prometeu, associando-o á universidade, mais concretamente ao ensino, á partilha, e á falta de egoísmo, pois Prometeu roubou o fogo aos Deuses, e partilhou-o com os humanos, e como castigo desse furto, ficou preso a uma rocha ficando sem fígado pois um corvo comia-o, mas este voltava a crescer, logo quem faz o bem não merece castigo.



De entre as várias coisas que observamos e fotografamos, a que mais nos agradou foi a inesperada praxe a que alguns alunos do curso de História e Arqueologia estavam a ser sujeitos. Foi deveras engraçado e obtemos uma ideia daquilo que será o nosso futuro.



O complexo que mais nos agradou foi o da escola de Ciências e Saúde, pois para além integrar os cursos que tem mais a ver com a nossa área, é o mais recente, sofisticado e moderno.



Visitamos também a Biblioteca, e ficamos agradados com o seu tamanho e com a aderência dos alunos a esta instalação, na nossa opinião, esta aderência deve-se ao facto da 1º época de exames estar cada vez mais próxima.



A Universidade do Minho constituí um todo, que é dividido em várias partes ao que chamam Escolas, cada escola subdivide-se nos seus vários departamentos, e são constituídos por uma biblioteca específica, para além da central. Embora a maioria das escolas se concentrem no campus de Gualtar, há outros pólos espalhados nomeadamente no centro da cidade de Braga e Guimarães.



Depois de um almoço muito rápido no McDonalds na companhia da Adriana, demos por terminada a visita e regressamos a Fafe, desta vez por um itinerário diferente, que embora mais demorado era menos dispendioso e sem ter transtornos de trocas de autocarros.



Depois desta manhã cansativa, tivemos de correr para conseguir chegar a tempo á nossa tarde intensiva de aulas.